Post Secret 1

Novembro 10, 2009


Coitado!

Julho 4, 2009


Celular na torcida do Inter

Junho 5, 2009


Voca People

Abril 19, 2009


Loucura Labial – Brasil x Equador

Abril 1, 2009


O Curioso Caso de Benjamin Button

Janeiro 17, 2009

A mãe de Benjamin morre ao dar à luz, em 1918, no último dia da I Guerra – e morre por um bebê que seu pai considera monstruoso. Como logo se verificará, o recém-nascido tem a saúde de um octogenário: enrugado, cegado pela catarata e calcificado pela artrose, ele parece estar não nos primeiros, mas nos últimos dias de vida. Abandonado pelo pai, por coincidência, à porta de um asilo de idosos, Benjamin é adotado pela dona, a negra Queenie. E em vez de morrer sobrevive, rejuvenescendo um pouco a cada ano. Adaptado do conto homônimo de F. Scott Fitzgerald (1896-1940), O Curioso Caso de Benjamin Button (The Curious Case of Benjamin Button, Estados Unidos, 2008), desde sexta-feira em cartaz no país, é um filme inspirado por uma ideia arrebatadora: a de uma velhice em que se tem todos os dias pela frente, e em que o tempo, em vez de punir, acalenta. Interpretado por Brad Pitt com o mesmo espírito inquisitivo já demonstrado em O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford, esse personagem estranho não é simplesmente uma criança no corpo de um velho. É alguém que, por força dessa circunstância, percorre também a experiência humana no seu sentido inverso. Vai conviver primeiro com a degenerescência e a morte, as presenças constantes no asilo; depois entenderá a maturidade e seus arrependimentos, na amizade com o Capitão Mike (o excelente Jared Harris), que o emprega em seu rebocador, e no romance com a amargurada esposa de um diplomata estacionado na Rússia (Tilda Swinton); e só então atravessará a intoxicação da juventude, na paixão finalmente realizada com a ruiva de olhos azuis Daisy (Cate Blanchett), que conhecera quando ele era velho e ela, menina.

Mas o diretor David Fincher, de Clube da Luta e Zodíaco, tem muito mais em mente que uma mera fantasia. A história de Benjamin é narrada à beira do leito de morte de Daisy, num hospital de Nova Orleans, enquanto o furacão Katrina começa a ganhar força. E a primeira coisa de que Daisy se lembra não é de Benjamin em si, e sim do caso do relojoeiro cego que instalou na estação de trem da cidade um relógio magnífico – que, entretanto, andava para trás, para que quem o visse pudesse imaginar que seus filhos não tinham morrido na guerra, mas estavam retrocedendo da trincheira para a vida que poderia ter acontecido. Uma coisa é narrar essa anedota; outra muito diferente é sentir um nó se formar na garganta durante a cena soberba imaginada por Fincher, que dá não apenas o tom do que virá a seguir, como estabelece uma espécie de filosofia para o uso da técnica cinematográfica. Da elaboração dos cenários ao rejuvenescimento quase imperceptível de Pitt – uma combinação extraordinária de maquiagem e computação gráfica –, Benjamin Button é todo uma façanha de virtuosismo técnico que não quer ser notada, mas apenas percebida.

Nesse aspecto, o de escamotear seus feitos tecnológicos, o filme tem muito em comum com Forrest Gump, o trabalho mais conhecido do roteirista Eric Roth. Outras das marcas de Roth podem ser observadas: a ambientação sulista (o conto originalmente se passa em Baltimore), a paixão de infância que retorna em todas as outras idades, a mãe solteira que resume a vida em ditados (Taraji P. Henson, que já causara grande impressão como a prostituta grávida de Ritmo de um Sonho), e a trajetória à maneira de uma saga – à medida que rejuvenesce, Benjamin atravessa um século que também parece se tornar mais jovem, indo do peso da II Guerra para o entusiasmo da corrida espacial e a alegria pop dos Beatles. Mas o escopo do filme é muito maior que o de Forrest Gump, ou mesmo que o do conto de Fitzgerald: é uma história sobre o desejo humano de dominar o tempo e de quanto, enfim, esse desejo é vão. Aquela ideia embriagadora do início, de um homem que ganhou o dom de rumar do pior para o melhor, no final vai dar lugar à conclusão desoladora de uma infância aprisionada na senilidade e na decadência. E, talvez mais triste ainda, à constatação de que é o destino dos homens encontrar-se de forma não mais do que fugidia em algum ponto de seu caminho. Nesse filme em que as irregularidades de Fincher contam tanto quanto seus imensos acertos para torná-lo único, o tempo escapa a todos – e ninguém escapa ao tempo.


Zippo tricks

Dezembro 13, 2008


Sinuca

Dezembro 13, 2008


British Got Talent

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Um garotinho entra no palco e comove muito! Ele fala que é zoado na escola porque gosta de cantar mas mesmo assim continua cantando…


A Duquesa

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O Mundo todo é um palco – Parte 1

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O Mundo todo é um palco – Parte 2

Novembro 22, 2008


O Mundo todo é um palco – Parte 3

Novembro 22, 2008


Loose Lips

Novembro 21, 2008

A frase “Loose lips might sink ships” foi cunhada durante a 2ª GM como parte da tentativa do serviço de inteligência dos EUA de limitar a possibilidade de as pessoas inadvertidamente darem informações a espiões inimigos. Houve vários outros slogans nesse sentido, que guardam semelhança com o nosso bom e velho “em boca fechada não entra mosquisto”, mas com uma marca mais militarista.

Descobri essa frase tentando entender a música “Loose Lips“, da Kimya Dawson, faixa 8 da trilha sonora do filme “Juno“, que acumulou 4 indicações ao Oscar de 2008. Assim que eu vi o filme, que é fantástico, a começar pela atuação da Ellen Page (quem ficou fã dela também não pode deixar de ver o filme meninamá.com), baixei toda a trilha sonora, que conta também com músicas como “My Rollercoaster” e “Anyone Else but you”.

 Já Loose Lips diz no seu primeiro verso que lábios soltos podem afundar navios, mas “gansos perdidos fazem viagens para São Francisco” (?). O que é exatamente um “loose goose” fica pra depois, mas meio que dá pra entender o trocadilho.

Bom, como os versos de músicas anti-folk são numerosos, a dica que fica é ouvir repetidamente a música lendo a letra, que além de meter o pau no George W. Bush, por ser tão militarizado, tem vários outros joguinhos de palavras divertidas e um refrão bem “como é bom ser adolescente”.

 

Loose lips might sink ships
But loose gooses take trips
To San Francisco, double dutch disco
Tech TV hottie, do it for Scotty

Do it for the living and do it for the dead
Do it for the monsters under your bed
Do it for the teenagers and do it for your mom
Broken hearts hurt but they make us strong and

We won’t stop until somebody calls the cops
And even then we’ll start again and just pretend that
Nothing ever happened

We won’t stop until somebody calls the cops
And even then we’ll start again and just pretend that
Nothing ever happened

We’re just dancing, we’re just hugging
Singing, screaming, kissing, tugging
On the sleeve of how it used to be
How’s it gonna be?

I’ll drop kick Russell Stover
Move into the starting over house
And know Matt Rouse and Jest
Are watching me achieve my dreams

And we’ll pray all damn day, every day
That all this shit our president has got us in will go away
While we strive to figure out a way we can survive
These trying times without losing our minds

So if you wanna burn yourself, remember that I love you
And if you wanna cut yourself, remember that I love you
And if you wanna kill yourself, remember that I love you

Call me up before you’re dead
We can make some plans instead
Send me an
IM, I’ll be your friend

Shysters live from scheme to scheme
And my 3/4 pipe dreams
Are seeming more and more worth fighting for

So I’ll curate some situations
Make my job a big vacation
And I’ll say fuck Bush and fuck this war

My war paint is sharpie ink
And I’ll show you how much my shit stinks
And ask you what you think
Because your thoughts and words are powerful

They think we’re disposable
Well both my thumbs opposable
Are spelled out on a double word
And triple letter score and

We won’t stop until somebody calls the cops
And even then we’ll start again and just pretend that
Nothing ever happened

We won’t stop until somebody calls the cops
And even then we’ll start again and just pretend that
Nothing ever happened

We won’t stop until somebody calls the cops
And even then we’ll start again and just pretend that
Nothing ever happened

We won’t stop until somebody calls the cops
And even then we’ll start again and just pretend that
Nothing ever happened

We’re just dancing, we’re just hugging
Singing, screaming, kissing, tugging
On the sleeve of how it used to be

 

 

 


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Zeitgeist – Por Trás dos Panos Não se Preocupe – Parte 1

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